Catanduva – Emissão de CO2 é a Maior em Quatro Anos

A emissão de CO2 (dióxido de carbono) em Catanduva é a maior dos últimos quatro anos

O motivo é que a concentração de poluentes chegou a 256 mil toneladas no ano passado.



Esses gases colaboram com o chamado efeito estufa, que prejudicam o meio ambiente e resultam em outro fenômeno, o aquecimento global. Os dados são do anuário da Secretaria de Energia e Mineração.

A emissão de poluentes na atmosfera foi puxada principalmente pelo óleo diesel que chegou a um consumo de 74,5 mil litros cúbicos e pela gasolina (21,5 mil litros cúbicos).

Com emissão de 190 e 46 mil toneladas de poluentes respectivamente. O GLP também puxou o resultado, já que no período houve um consumo de 8,5 mil litros cúbicos do derivado do petróleo. Foram 13 mil toneladas de CO2.

Em 2015 a emissão de CO2 chegava a 255 mil toneladas, resultado do consumo de 74 mil litros cúbicos de óleo diesel, com emissão de 191 mil toneladas do poluente. Em 2014 a quantidade de poluentes chegou a 249 mil toneladas. Resultado também puxado pelo uso do óleo diesel que foi de 69 mil litros cúbicos, com uma emissão de 176 mil toneladas de CO2.

No ano seguinte, em 2013, a concentração de poluentes era duas toneladas menor. Resultado puxado também pelo alto consumo de óleo diesel (70 mil litros cúbicos) que teve uma emissão de 180 mil toneladas de CO2.

Foi em 2012 que a Cidade Feitiço chegou a uma concentração de 279 mil toneladas de poluentes. Número 8% maior do que o visto em 2016. Só de óleo diesel foram consumidos 71 mil litros cúbicos, o que gerou uma carga de 182 toneladas de CO2 na atmosfera.

Maior emissão  desde 1984
Um estudo divulgado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) mostra que entre 2012 e 2013, a taxa de acúmulo de CO2 na atmosfera teve crescimento maior desde o ano de 1984.

A Organização aponta que o relatório mostra a importância de um acordo mundial para limitar a emissão de gases do efeito estufa. Foi em 2009 que representantes de vários países concordaram em manterem um tratado para que o aumento na temperatura global fosse no máximo de 2ºC até 2020.

O levantamento não mede a produção das emissões, mas tem a quantidade de gases que permanecem na atmosfera depois das interações com terra, ar e oceanos.

Aproximadamente metade das emissões, seria absorvida pelos mares, ou pelas florestas ou pelos seres vivos. Apesar disso, a concentração de CO2 na atmosfera chegou a 396 partes por milhão em 2013, um aumento de três partes em comparativo com 2012.

Cíntia Souza

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