Polícia de Elisiário esclarece prejuízo de mais de R$ 6 mil em conta de idosa

O setor de investigação da Polícia Civil de Elisiário esclareceu o prejuízo de R$ 6.153 na conta corrente de uma idosa de 83 anos.

Os fatos aconteceram entre os meses de setembro e dezembro do ano passado e foram esclarecidos no mês de setembro deste ano. A divulgação dos fatos ocorreu na tarde desta quinta-feira (05).



Segundo a Polícia Civil, no dia 03 de fevereiro deste ano, compareceu na delegacia de Elisiário o neto da vítima, informando que no mês de novembro de 2016 percebeu alguns saques, compra e empréstimo na conta corrente de sua avó.

“A vítima conta com 84 anos e é acamada por problemas de saúde. Na mesma residência, mora o marido da vítima, com 85 anos, que também possui dificuldades de locomoção, sendo que no imóvel trabalham duas cuidadoras de idosos”, explica a Polícia Civil.

O cartão bancário da idosa ficava na residência, acompanhado do cartão chave de segurança e da respectiva senha, sendo que o recebimento da aposentadoria era feito pelo próprio neto.

“O neto dos idosos percebeu, mediante extrato bancário, que foram realizados vários saques em caixas eletrônicos nas cidades de Elisiário, Catanduva e Cajobi, além de compras e empréstimo, totalizando o prejuízo de R$ 6.153”, diz a polícia.

Após as informações serem registradas, o delegado Amauri Cesar Pelarin e os policiais civis passaram a investigar o caso.

Durante as diligências, os policiais conseguiram as imagens das câmeras de monitoramento de uma das agências bancárias onde foram realizados os saques. Nessas imagens foram apurados que uma mulher acompanhada de um menino efetuou vários saques que coincidiram com o mesmo horário das retiradas feitas com o cartão da vítima.

O neto da idosa compareceu na delegacia e após ver as imagens constatou que a mulher que aparecia na gravação, se tratava de uma das funcionárias que trabalhava na residência da avó.

Os policiais localizaram a suspeita L.T.V., de 43 anos que foi ouvida e liberada. A acusada responderá pelo crime de furto em liberdade, até o posicionamento da Justiça.

Por Marcelo Ono

Foto: Arquivo / Alta Tensão

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